Pequenos seres glutões
Eu me sentindo um fracote
Sonhei com três pequenos anões
Todos seguravam chicotes
Besuntados num óleo verde barato
Todos derramavam escarro
Suguvam o rubro da tortura de minhas costas
Eram pequenos anões poliglotas
Seres infernais de outro mundo
Me penam na Terra, de modo obscuro
E os amo sem escrupulos
Pois por serem tão feios
Por um deles ter quebrado os seios
Por outro uma perna ter arremeios
A paixão pela humanidade desses anões universais
Surge primeiro no centro por serem seres boçais
E isso se exterioriza aos poucos, e quando me dou, estou completamente apaixonado pelos celerados.
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